'Muhammad Ali: uma personalidade que transcende o esporte'
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da aviator aposta: “Eu sou América. Eu sou a parte que você não vai reconhecer. Mas vai se acostumar comigo – preto, confiante, arrogante; meu nome, não o seu; minha religião, não a sua; meus objetivos, eu mesmo. Acostume-se a mim. “
Muhammad Ali gostava do som de sua própria voz, e todos também gostavam. A América lamenta a perda de um homem colossal não apenas no boxe, mas na política, na religião e na cultura popular.
Nascido no sul americano antes de Rosa Parks se recusar a ceder um assento no ônibus a um passageiro branco, ele morreu aos 74 anos e conseguiu ver o primeiro negro eleito presidente dos Estados Unidos. Barack Obama fez um tributo ao atleta, ativista, humanista, poeta e showman. Obama disse o que muitos pensam:
– Muhammad Ali foi o maior. Ponto. Se você perguntasse isso a ele, ele diria que era o dobro do maior, que ele algemou o raio, jogou o trovão numa cela. Mas o que fez dele o maior campeão de todos, o que o diferenciou dos outros, é que todo mundo diria exatamente a mesma coisa. Como todos no planeta, eu e Michelle lamentamos essa perda. Mas somos gratos a Deus por termos tido a sorte de conhecê-lo. Muhammad Ali sacudiu o mundo e todos nós somos melhores por isso.
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da esport bet: Obama disse que guarda um par de luvas de Ali, num estúdio particular, sob uma foto dele, aos 23 anos, “rosnando como um leão” sobre um derrotado Sonny Liston.
– Seu nome era familiar tanto para os moradores de favelas do sudeste da Ásia ou de vilarejos africanos como para as plateias do Madison Square Garden.
O tricampeão de pesos-pesados morreu na noite de sexta-feira, um dia depois de dar entrada no hospital de Phoenix com problemas respiratórios. Sua família estava com ele. Ali enfrentou uma longa batalha contra o Mal de Parkinson, que prejudicou sua fala e fez o ex-atleta (que dizia poder flutuar como uma borboleta e picar como uma abelha – tornar-se prisioneiro do próprio corpo.
The Guardian