OPINIÃO: 'Com um tempo para cada, resultado acabou sendo justo'

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da dobrowin

da brwin: O primeiro tempo foi de amplo domínio do Vasco. Os primeiros dez minutos foram a prova concreta de que o Cruz-Maltino não entraria para empatar. Andrezinho produziu um gol, mas Leandrão acertou a trave. Nenê serviu Jorge Henrique, que chutou por cima.

O domínio era completo. Mais posse de bola, mais finalizações, maior troca de passes… um Vasco inimaginável meses atrás. Mas que Jorginho assumiu a responsabilidade e deu uma cara ao time. Repetiu o time ofensivo do jogo contra o Flamengo, sem nenhum “volante” de origem, mesmo que Bruno Gallo exerça a função. E deu certo no fim da primeira etapa: Marquinhos colocou a mão na bola e Nenê guardou mais um de pênalti, dando justiça ao placar.

Na segunda etapa, estamos falando de, praticamente, um novo jogo. O Vasco voltou recuado e aceitando a pressão dos donos da casa. A intenção era matar o jogo em algum contra-ataque. Mas com jogadores um pouco mais pesados, como Andrezinho e Nenê, faltou força para incomodar o Avaí na frente. A entrada de Rafael Silva foi uma forma de dar mobilidade ao contra-ataque, mas o atacante acabou expulso infantilmente, após ter conseguido efeito suspensivo. Em lance polêmico, Léo Gamalho isolou uma penalidade máxima. Mas o Vasco acabou castigado no final, com gol de André Lima. Com um tempo de cada time, o placar acabou sendo justo para os dois.

Jorginho terá muito tempo para treinar até o próximo jogo, contra a Chape. A evolução existe e precisa continuar. O time é completamente diferente do visto um mês atrás. Mas não significa que está tudo bem. Hoje em dia, o Cruz-Maltino é um time difícil de ser batido. É o primeiro passo para a salvação.

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